Suspeitos pelo assassinato do morador de rua na Serra se entregam à polícia

Foto: Reprodução/TV Vitória

Folha Vitória

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Os homens se entregaram na manhã desta quinta-feira no DPJ da Serra

Dois suspeitos do homicídio de um morador de rua se entregaram para a polícia na manhã desta quinta-feira (17). O caso aconteceu na noite da última terça-feira (15) no bairro Jardim Limoeiro, na Serra. O homem foi morto com um golpe de faca enquanto dormia. 

De acordo com os policiais, os homens chegaram a contar uma versão do crime, mas a história ainda está sendo apurada pelos investigadores.

Desde o crime, e a divulgação das imagens de uma câmera de segurança, os suspeitos eram procurados pela polícia. Agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra chegaram a montar um cerco e foram até as residências da dupla. 

* Com informações da repórter Nathália Munhão, da TV Vitória/Record TV

Record

Motorista de carro-bomba invadiu escola de polícia em Bogotá

Equipes de resgate entram na Escola de Polícia de Bogotá para socorrer vítimas

Equipes de resgate entram na Escola de Polícia de Bogotá para socorrer vítimas
Luísa Gonzalez / Reuters / 17.1.2019

Pelo menos 9 pessoas morreram e outras 54 ficaram feridas na explosão de um carro-bomba no estacionamento da Escola de Polícia de Bogotá, capital da Colômbia, na manhã desta quinta-feira (17). As informações são do jornal colombiano ‘El Tiempo’.

O número de vítimas fatais inclui o motorista da caminhonete usada no atentado. O nome dele era José Aldemar Rojas Rodríguez, segundo o procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto Martínez.

Segundo testemunhas, o veículo estava sendo inspecionado na entrada da escola quando um cão da patrulha antibombas teria farejado explosivos.

O homem então acelerou o veículo, atropelou um dos policiais, percorreu cerca de 200 metros e atingiu em cheio a lateral do prédio do alojamento feminino da escola. Foi nesse momento que houve a explosão, por volta das 9h30 no horário local (12h30 em Brasília)

As autoridades agora buscam saber se os explosivos foram detonados por controle remoto ou com algum temporizador.

As vítimas

De acordo com as primeiras informações, as nove vítimas fatais incluem, além do motorista, policiais que tentavam persegui-lo e algumas estudantes que estavam dentro do prédio do alojamento. 

Um dos mortos é um policial panamenho que estava na escola fazendo um curso de aprimoramento, segundo o ministério da Defesa colombiano. Três dos 54 feridos se encontram em estado grave.

Cerca de uma hora antes do atentado, houve uma cerimônia de premiação de cadetes da academia, como mostra o vídeo abaixo, postado na conta da escola no Twitter.

O presidente do país, Iván Duque, cancelou a agenda que tinha na cidade de Quibdó e voltou a Bogotá para uma reunião de emergência com membros de seu gabinete e das forças armadas. O encontro foi marcado na Escola de Polícia.

R7

Homem é morto com tiros na cabeça e abdômen por dupla em carro

iml politec

iml politec
Gazeta Digital

Um homem, que ainda não foi identificado, foi executado a tiros no início da tarde desta quinta-feira (17), em Várzea Grande. Os suspeitos do homicídio estavam em um Gol G6 branco quando atiraram contra a vítima e fugiram. 

 

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência no bairro Nova Várzea Grande, por volta das 13h.  Segundo informações, dois homens foram vistos dentro do carro, quando o passageiro desceu do veículo e disparou contra a vítima. 

 

Atingida  na cabeça e abdômen, a vítima foi socorrida imediatamente, uma vez que estava na rua atrás do Pronto-Socorro de Várzea Grande. Porém não resistiu aos ferimentos e morreu. 

 

Rondas foram realizadas pela região para tentar localizar os suspeitos. Mas até a publicação desta matéria ninguém havia sido identificado. 

 

O caso deve ser investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. 

 

Record

Veneno, suspeitos, testemunhas mortas: os mistérios em torno do caso Odebrecht na Colômbia

Uma testemunha-chave do caso Odebrecht na Colômbia e seu filho morreram na mesma semana

Uma testemunha-chave do caso Odebrecht na Colômbia e seu filho morreram na mesma semana
Instagram/Reprodução

Na Colômbia, dizem que, quando se fala do caso Odebrecht, “acontece tudo e não acontece nada”.

Ao contrário do que ocorreu em países como Brasil e Peru, onde o escândalo de corrupção gerou verdadeiros “terremotos políticos” nas cúpulas governantes, na Colômbia o impacto tem sido menor, ao menos no que se refere à renúncia ou afastamento de autoridades, julgamentos e condenações de envolvidos e reformas políticas.

O último episódio desse escândalo continental aconteceu em Lima, a capital peruana, na semana passada, com a renúncia do promotor Pedro Gonzalo Chávarry, após acusações de obstrução na investigação do caso.

Ainda no Peru, o presidente Pedro Pablo Kuczynski renunciou em março do ano passado após escândalo envolvendo a construtora brasileira, e o ex-presidente Alan García está sendo investigado.

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Na Colômbia, por outro lado, apesar do aparecimento de vídeos, gravações e outras provas ligadas ao caso nos últimos anos, os processos judiciais que têm relação com a Odebrecht avançam lentamente e levantam uma série de dúvidas.

O maior escândalo de corrupção deste século na América Latina não impediu que vários dos possíveis envolvidos, especialmente os mais poderosos, continuassem exercendo a vida pública em diferentes cargos.

A avaliação é do Centro de Estudos de Direito, Justiça e Sociedade (Dejusticia), sediado em Bogotá, que questiona a imparcialidade da Justiça na Colômbia.

 

As notícias sobre os casos de corrupção envolvendo a construtora geraram protestos em diversas cidades da América Latina

As notícias sobre os casos de corrupção envolvendo a construtora geraram protestos em diversas cidades da América Latina
BBC NEWS BRASIL

A Odebrecht na Colômbia

 

Em sociedade com empresas locais poderosas, a construtora da família Odebrecht assinou contratos importantes com o Estado colombiano.

No final do ano passado, a Justiça do país condenou o consórcio liderado pela companhia brasileira a pagar uma multa de cerca de US$ 250 milhões por ter praticado suborno para viabilizar seus empreendimentos e a inabilitou a construtora de fechar contratos com o governo pelos próximos 10 anos.

Os subornos foram pagos entre 2009 e 2014, segundo uma investigação feita pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e teriam movimentado em torno de US$ 33 milhões.

Em 2017, o Ministério Público divulgou as irregularidades que estavam sendo investigadas em diferentes contratos e denunciou pelo menos 28 pessoas.

Desde então, alguns dos envolvidos foram presos, parte dos que foram detidos já recuperou a liberdade e alguns deixaram o país.

 

O escândalo chegou a alcançar os ex-presidentes Álvaro Uribe e Juan Manuel Santos, que viram alguns de seus ex-colaboradores arrolados no caso.

Ambos negam com veemência as acusações feitas contra eles e dizem não saber nada sobre movimentação irregular de dinheiro, ainda que sigam sendo questionados.

As mortes que agitaram o caso

Duas mortes em novembro do ano passado sacudiram o caso.

Primeiro, a de Jorge Enrique Pizano, considerado uma testemunha-chave, após uma parada cardiorrespiratória, segundo o informe médico.

Seu filho, Alejandro, morreu quatro dias depois, envenenado após ingerir água de uma garrafa que achou no escritório do pai.

 

Ainda não há vínculo comprovado entre as mortes de Jorge Enrique (esq.) e Alejandro com o escândalo de corrupção, mas elas provocaram uma série de questionamentos sobre a investigação

Ainda não há vínculo comprovado entre as mortes de Jorge Enrique (esq.) e Alejandro com o escândalo de corrupção, mas elas provocaram uma série de questionamentos sobre a investigação
BBC NEWS BRASIL

Ainda não há vínculo comprovado entre as mortes e o escândalo de corrupção, mas elas provocaram uma série de questionamentos sobre a apuração dos possíveis crimes.

O diretor do Instituto Forense da Colômbia, encarregado de autópsias, teve que renunciar por irregularidades no manejo de provas da morte de Jorge Enrique Pizano.

Em dezembro de 2018, também morreu envenenada outra testemunha, Rafael Merchán. O Ministério Público não relacionou, contudo, a morte com o caso e a trata como suicídio.

O procurador-geral

Depois da morte de Jorge Pizano, que foi auditor de alguns contratos com a Odebrecht, vieram a público gravações de 2015 em que ele falava sobre irregularidades com o atual procurador-geral da Colômbia, Néstor Humberto Martínez.

Naquela época, Martínez era assessor jurídico de um dos grupos financeiros que haviam sido beneficiados pelas concessões, o grupo Aval, cujo acionista majoritário é Luis Carlos Sarmiento Angulo, o homem mais rico da Colômbia.

Jorge Pizano era auditor dessa mesma empresa. A partir disso, os questionamentos contra Martínez se multiplicaram.

Na sequência, o jurista Leonardo Espinosa foi nomeado promotor encarregado especificamente de dar continuidade à investigação do caso Odebrecht.

Sua nomeação também tem sido questionada, pois ele é visto como uma pessoa próxima a Martínez e críticos não acreditam que ele possa ser imparcial.

Antes de assumir o cargo, Espinosa publicou, no fim do ano passado, um comunicado em que negava qualquer relação de amizade ou de negócios com o procurador-geral, que por sua vez nega qualquer conhecimento de pagamento de suborno.

 

O centro de estudos Dejusticia apresentou uma demanda para pedir a anulação da nomeação do procurador-geral.

“Em primeiro lugar, o senhor Néstor Humberto Martínez não cumpriu com sua obrigação de deixar claro que tinha informações sobre a Odebrecht; segundo, tem envolvimento com os grupos que administraram uma concessão (envolvida no caso) e, por isso, havia conflito de interesse”, disse à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Vivian Neuman, diretora da organização.

Na última terça-feira, o Conselho do Estado negou a demanda, argumentando que as datas para apresentar um pedido de anulação já haviam passado.

Enquanto isso, grupos universitários e partidos políticos fizeram, na semana passada, um protesto em frente à sede da Procuradoria nas principais cidades colombianas pedindo a renúncia do procurador.

A autoridade judicial, por sua vez, negou qualquer envolvimento com as irregularidades do caso Odebrecht.

Martínez disse que, desde sua nomeação, no final de 2017, houve várias prisões de ex-funcionários públicos e políticos envolvidos nos casos de corrupção, usando isso como argumento para se defender das críticas.

Ainda que também se diga que poucas dessas prisões e julgamentos afetam seriamente as poderosas e influentes cúpulas políticas e econômicas da Colômbia.

R7

Produtor indica que série Family Guy não terá mais piadas sobre gays

Família da Pesada

Família da Pesada
Gazeta Digital

No ar desde 1998 e conhecida por seu humor ‘sem limites’, a série Family Guy – também conhecida como Uma Família da Pesada – parece estar pronta para mudar o tom de algumas piadas consideradas homofóbicas. Em entrevista ao site TVLine, os produtores Rich Appel e Alec Sulkin explicaram por que a série não fará mais piadas sobre homossexuais.

A revelação veio à tona quando foram questionados se estavam falando sério em relação à frase em que o personagem Peter Griffin diz que a série está “tentando superar” piadas sobre gays.

“De certa forma, sim. Se você assistir a uma série de 2005 ou 2006 e colocar ao lado de uma série de 2018 ou 2019, elas terão algumas diferenças. Algumas coisas que nós nos sentíamos confortáveis em falar e fazer piadas àquela época, hoje, entendemos que não são aceitáveis”, explicou Sulkin.

Appel acrescentou que essa decisão acompanha o ritmo de evolução da sociedade, que mudou a forma em que vê as piadas: “Se uma série ficou literalmente 20 anos no ar, a cultura mudou. O clima é diferente, a cultura é diferente e nossas visões são diferentes. Elas foram moldadas pela realidade ao nosso redor, então eu acho que a série precisa mudar e evoluir de diversas maneiras.”

Record